[ESTUDO BÍBLICO] O FATOR HUMILDADE: A CHAVE PARA ENTRAR NO REINO DOS CÉUS

 

MATEUS 23.12

INTRODUÇÃO

Temos facilidade em assumir que somos bons filhos, somos bons pais, pagamos nossas contas em dia, trabalhamos com honestidade, estudamos com empenho. Mas quando falamos em humildade, geralmente temos certa dificuldade em dizer que somos humildes, mesmo que isso seja verdade.

1. O QUE É HUMILDADE?

Não podemos confundir humildade com pobreza. O fato de a pessoa ser pobre não quer dizer que ela seja humilde, muitas vezes ela está nesta condição justamente por não ser uma pessoa humilde, por exemplo: Alguns são ricos por aceitarem ajuda de muita gente e alguns pobres, continuam pobres por não aceitarem auxilio de ninguém.

  • Autoconceito equilibrado: O fato de você não ser uma pessoa cheia da grana, não quer dizer que você tem que se vestir mal, andar cabisbaixo, frequentar lugares chulos, se menosprezar, achar que você não pode ter ou ser algo baseado em suas condições financeiras.
  • Serviço sem constrangimento: Não é virar capacho, é ser humilde e bem sucedido.
  • Liberdade de desfrutar as bênçãos de Deus: Você em qualquer condição é capaz de desfrutar de todas as bênçãos de Deus.
  • Reconhecimento da Fonte de Tudo: Tudo vem de Deus e é para Deus, se o próprio Jesus se humilhou, quem sou eu para achar que tenho algum direito? (Filipenses 2.8)

2. AS CINCO PLACAS DO ORGULHO

  • Buscar reconhecimento: Quando fazemos as coisas para recebermos algum elogio, tiramos a atenção de Deus. Devemos lembrar que elogios viciam e todo bajulador é falso, a Glória deve ser sempre para Deus.
  • Manter um placar: Deixe os outros honrar, ensine-os a honrar, mas não busque honra.
  • Se achar o Modelo: Não meça as pessoas pelo seu modelo, cada um teve uma criação e cresceu em circunstâncias especiais. Para cada um, Deus deu dons e talentos específicos.
  • Comemorar a falha alheia: Não aceite este sentimento, ele é mesquinho.
  • Defender-se das críticas: Quando passamos a justificar nossos erros, na verdade estamos dizendo para as pessoas que somos perfeitos e não erramos.

3. AS CINCO PLACAS DA HUMILDADE

  • Obediência ao princípio da submissão: Ser submisso é ser humilde o suficiente para servir.
  • Embriagues diária: “E não vos embriagueis com VINHO, em que há contenda, mas ENCHEI-VOS DO ESPÍRITO” (Ef. 5.18).
  • Identificação de seu dom e chamado: Quando sabemos quem somos e para onde vamos em Deus, somos satisfeitos com o propósito de Deus em nossas vidas.
  • Realismos no sucesso e no fracasso: A humildade nos traz liberdade, se somos ou não, se temos ou não, somos felizes.
  • Foco no futuro e não no passado: Como diz a música: Vou avançar, vou crescer, ninguém vai me deter, meu alvo é Cristo!!!

Mas o maior dentre vós será vosso servo. Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado (Mateus 23.12).

 

Humildade não é se menosprezar, é saber quem você é e para onde vai.

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[ESTUDO BÍBLICO] O DISCÍPULO E O DINHEIRO

LUCAS 12.13-34

 INTRODUÇÃO

Mamon não era o nome de uma divindade e sim um termo de origem hebraica que significa dinheiro, riqueza, ou bens materiais. Jesus no Evangelho, utiliza a palavra quando afirma que não é possível servir simultaneamente a Deus e a Mamon, o que deixa transparecer que Mamom seria a personalização das riquezas dessa terra seduzindo e estabelecendo dominio sobre as pessoas. Vamos ver três cadeias de Mamon e três livramentos de Deus.

 

1. CADEIA UM: GANÂNCIA

Jesus alertou: “Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra todo tipo de ganância; a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens” (Lucas 12.15). Note que as expressões “cuidado” e “fiquem de sobreaviso”, indicam uma seria advertência. A ganância pode estar no coração do pobre e do rico. Quando há séria contenda com relação ao dinheiro é um indicativo de ganância, como no caso do homem que pediu que Jesus interviesse a seu favor na divisão da herança (Lucas 12.13-14). Se o dinheiro provoca diferença no tratamento com pessoas já é indicativo de ganância, isso desde um simples modo de receber alguém até a maneira de como escolhemos nossas amizades. Pois “a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens”.

Como a ambição se expressa no cotidiano?

O dinheiro provoca muitas discussões e brigas?

Existe acepção de pessoas por causa do dinheiro?

Livramento da Ganância = Generosidade

Jesus disse que não devemos acumular ambiciosamente riquezas aqui na terra, mas juntar tesouro nos céus. “Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam”. (Mt. 6.19-20) …venham a ser filhos de seu Pai que está nos céus. Porque ele faz raiar o seu sol sobre maus e bons e derrama chuva sobre justos e injustos (Mt. 5.45). O desafio é: “Portanto, sejam perfeitos como perfeito é o Pai celestial de vocês” (Mat. 5.48).

 

2. CADEIA DOIS: ANSIEDADE

Preste atenção nas palavras de Jesus: “Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida? Visto que vocês não podem sequer fazer uma coisa tão pequena, por que se preocupar com o restante?” (Lucas 12.25-26). A ansiedade só rouba tempo da nossa vida e jamais o contrário. A maior parte de nossas preocupações tem relação com o dinheiro. Como pagar o financiamento da casa própria; a mensalidade da escola ou da universidade; as contas de energia, de telefone ou água; são casais discutindo como estão gastando o dinheiro; pais e filhos discutindo sobre o valor do dinheiro, etc.

Livramento da Ansiedade = Fé

Jesus aconselha: “Não busquem ansiosamente o que hão de comer ou beber; não se preocupem com isso. Pois o mundo pagão é que corre atrás dessas coisas; mas o Pai sabe que vocês precisam delas. Busquem, pois, o Reino de Deus, e essas coisas lhes serão acrescentadas”. Livre-se da mentalidade mundana, sua mentalidade é de discípulo de Jesus. Creia o Pai Celestial é quem cuida de você. Dê um passo de Fé e dependa de Deus em todos os momentos.

Existe alguma(s) área(s) de sua vida em que o dinheiro está provocando ansiedade?

 

3. CADEIA TRÊS: MEDO

O mundo de hoje nos assusta pela sua violência. Mas também temos medo de ser enganados pelo patrão, pelo sócio e às vezes pela própria família como no caso de divisão de heranças, não é mesmo? Mas Jesus adverte “Não temais, ó pequeno rebanho, porque a vosso Pai agradou dar-vos o reino” (Lucas 12.32). Hoje pais matam filhos e vice versa por causa de dinheiro. O medo mora dentro de casa. Que horror!

Livramento do Medo = Amor do Papai

A palavra de Deus nos acalma dizendo: “Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas? (Romanos 8.32). O nosso Pai celestial é quem cuida de nós. Não tenhamos medo, vamos confiar naquele que pode todas as coisas. O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei temor? O Senhor é o meu forte refúgio; de quem terei medo? (Salmos 27.1)

Você tem medo de que?

CONCLUSÃO

Quem é o Senhor do seu dinheiro? Qual é o seu manual financeiro? Deus quer que você tenha uma mentalidade de discípulo com relação às coisas desta vida. Busque em primeiro lugar o Reino de Deus.

[ESTUDO BÍBLICO] VOCÊ É UM ABENÇOADO

ROMANOS 8.14-17

 

INTRODUÇÃO

Você nasceu para uma nova vida com Cristo e isto é um valor incomparável na vida de qualquer pessoa. No texto de hoje, Paulo fala sobre as características do valor desta nova vida em Cristo. Paulo neste capítulo, fala aos romanos sobre viver no Espírito. Ele dá algumas advertências aos romanos sobre a inclinação da carne e fala da benção que é viver no Espírito. Dentro destas bênçãos de viver no Espírito, ele fala das características de uma pessoa que nasceu para uma nova vida em Cristo. Essas características fazem de você um abençoado!

 

1. SUA LIBERDADE – v.15

A primeira característica de um abençoado neste texto de Paulo é que somos livres em Deus. Você é um abençoado e a vida não lhe pode escravizar. No momento em que você veio para a nova vida, você foi livre da culpa do pecado, da morte, da condenação final, de todo o medo. Se você tem vivido no medo, precisa olhar novamente para o significado de sua nova vida. Fomos adotados por Deus. Não é uma adoção simples. Como alguém que não pode ter filhos e toma esta atitude. É uma adoção no sentido de geração. Deus nos gerou. Você é um abençoado! Você foi liberto de tudo que lhe escravizava!

Qual foi a maior libertação que Jesus fez em sua vida?

 

2. SUA FILIAÇÃO – v.16

A maior característica de você ser abençoado é porque é filho de Deus. Como você pode dizer que a vida não tem sentido se é filho de Deus. Como filho de Deus você é guiado por Ele. Ser guiado por Deus é não somente tê-lo como referência, é tê-lo segurando em nossas mãos, nos acompanhando em todos os momentos de nossas vidas. Não são problemas que vai separar você de Deus, não são os obstáculos que farão que Deus solte de suas mãos. Até nos momentos que você achou que não precisava de Deus, Ele estava segurando em suas mãos. Você é um abençoado por causa de sua filiação. Você é filho de Deus!

Já teve alguns momentos em que você esqueceu que era filho de Deus?

 

3. SUA HERANÇA – v.17

A terceira característica que Paulo mostra é que você é abençoado porque é herdeiro de Deus. Como você pode dizer que a vida é injusta, sendo que você tem uma herança divina. É seu direito de filiação receber a herança de seu Pai. Somente o herdeiro recebe a herança. O problema é que achamos que a nossa herança está nesta vida terrena. Por isso que às vezes pensamos que a vida é injusta. Se nossa herança estivesse aqui, pra que existiria o céu. A herança terrena é destrutível. Não diga que tudo dá errado na sua vida – Você é um abençoado! Você é herdeiro de Deus. Você tem uma herança!

Os problemas da vida alguma vez lhe fez esquecer que você tem uma herança? Compartilhe?

CONCLUSÃO

Talvez a circunstâncias do mundo o tenha você feito pensar em muitas coisas. Este pensamento tem desviado sua atenção para o verdadeiro significado de sua nova vida em Cristo. Você não é azarão, a vida não é injusta só com você, as coisas trágicas não só acontecem em sua vida. Você é um abençoado – Este é o significado de sua vida em Cristo. Você também não pode esquecer que você é abençoado para ser bênção na vida dos outros. Entregue a direção de sua vida ao Senhor. Deixe-O guia-lo. Você é um abençoado por causa da sua liberdade, sua filiação e sua herança.

[Estudo Bíblico] O DISCÍPULO EXCEDE AO DIREITO DE TER DIREITO.

MATEUS 5.38-48 INTRODUÇÃO

Em casa os pais ficam felizes quando seus filhos vão além do que lhe é pedido. Não é mesmo? No trabalho a pró-atividade é desejada por todos os patrões. Qual líder não fica feliz quando não precisa ficar implorando para que seus liderados cumpram com seus deveres, mas estão sempre prontos para suas tarefas e as fazem imediatamente, completamente e alegremente. Essa é ênfase de Jesus quando se trata de obedecer aos mandamentos. O discípulo excelente sempre vai além do que lhe é exigido. Na parte de hoje do sermão do monte Jesus ensina que o discípulo excede ao direito de ter direito.

1. EXCEDE AO DIREITO DE FAZER JUSTIÇA (MATEUS 5.38-42).

38: Vocês ouviram o que foi dito: ‘Olho por olho e dente por dente. “a lei de olho por olho a princípio pretendia restringir retaliação ilimitada.” (Broadman). Porque pessoas com forte desejo de vingança queriam usar o direito de restituição para abusar do direito de retribuição justa. “Jesus, porém, está indo além e dizendo aos discípulos, não se vinguem, paguem o mal com o bem.” (Broadman).

40: E se alguém quiser processá-lo e tirar-lhe a túnica, deixe que leve também a capa. Se uma pessoa quisesse processar alguém no tempo de Jesus por uma divida e o tal não tivesse dinheiro cabia processo contra a túnica, mas não contra a capa, pois servia de proteção contra o frio, e era mais cara, a pessoa mais pobre teria apenas uma. Logo a lei até era boa, porém o discípulo de Jesus deve ir além, evitando processos que levam a quebra de relacionamentos, deveria preferir o prejuízo material ao relacional.

41: Se alguém o forçar a caminhar com ele uma milha, vá com ele duas.

42: Dê a quem lhe pede, e não volte as costas àquele que deseja pedir-lhe algo emprestado”. “Oficiais romanos poderiam obrigar cidadãos a caminharem consigo e carregar suas bagagens, às vezes envolvia despesas com cavalos e carruagem.” “Às vezes esse serviço era difícil e árduo, tanto em tempo como em dinheiro.” “Os discípulos devem estar prontos a servir os outros, quer o serviço seja razoável, quer seja árduo e difícil.” (Champlin). Devem estar sempre dispostos a andarem a segunda milha. “Os discípulos precisam ir além do que podia ser tomado ou requerido por lei, dando livremente a pessoas que não mereciam, e não se esquivando dos que iriam mendigar ou tomar-lhes algo emprestado”. (Broadman). Como você age quando alguém quer exigir algo a mais? Você já emprestou dinheiro a alguém que não lhe pagou? Qual foi sua reação?

2. EXCEDE AO DIREITO DE SÓ AMAR AO PRÓXIMO (MATEUS 5.43-48).

43: ”Vocês ouviram o que foi dito: ‘Ame o seu próximo e odeie o seu inimigo’”. “O Manual de disciplina de Qumran ordena amor por todos que Deus elegeu, mas ódio a todos os que ele rejeitou, inclusive todos os filhos das trevas. O fariseu possivelmente restringia próximo a outro fariseu.” (Broadman). Mas isto não batia com a lei de Moisés, veja esse trecho do Antigo Testamento: “O estrangeiro

residente que viver com vocês será tratado como o natural da terra. Amem-no como a si mesmos, pois vocês foram estrangeiros no Egito. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês. (Lv. 19.34)

44: “Mas eu lhes digo: Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem.” Nosso Mestre está mostrando que os fariseus queriam selecionar a quem deveria amar e não fazer a vontade do Pai. Pois o nosso Pai Celestial não faz acepção de pessoas. Assim nós, seus filhos também devemos fazer a mesma coisa, pois Deus nos amou mesmo sendo seus inimigos, por causa de nossa desobediência, assim devemos nós fazer com aqueles que se fazem nossos inimigos, seja por qualquer razão.

Veja o que disse o Dr. Mays no velório do Pr. Martin Luther King, homem que lutou contra a segregação racial nos EUA e tomemos isso como exemplo: “Se algum homem conheceu o significado do sofrimento, este foi King. A sua casa foi bombardeada; viveu, durante treze anos, dia após dia, sob constantes ameaças de morte; foi maliciosamente acusado de ser comunista; foi falsamente acusado de ser um hipócrita… Foi esfaqueado por um membro de sua própria raça; foi esmurrado no vestiário de um hotel; foi preso mais de vinte vezes; uma vez foi profundamente magoado porque os seus amigos o traíram, e , não obstante, este homem não guardava amargura em seu coração, nem rancor em sua alma, espírito de vingança em sua mente; e ele andou por este mundo pregando a não violência e o poder redentor do amor.” Veja o que John Stott comenta sobre essa atitude: Martin L. King e seus amigos estavam determinados a enfrentar o ódio com amor”. Então ganhariam não somente a liberdade como também seus próprios opressores, “e a nossa vitória será uma vitória dupla.” Tem pessoas de difícil relacionamento no ambiente de trabalho, escola ou lar? Você procurou alcançar o coração dessas pessoas? Sonde seu coração. Tem alguém que magoou você? O que você fará diante disso?

CONCLUSÃO “…a justiça melhor para a qual os cristãos são chamados. É uma justiça profunda, que vem do coração onde o Espírito Santo gravou a lei de Deus. É um fruto novo que exibe a novidade da arvore, vida nova desabrochando da nova natureza. Portanto, não temos liberdade para esquivar-nos ou fugir das sublimes exigências da lei. Esquivar-se à lei é um passatempo dos fariseus; a característica dos cristãos é um ávido apetite para a justiça, uma continua fome e sede dela. E esta justiça, quer seja expressa na pureza, na honestidade ou na caridade, demonstrará a quem pertencemos. Nossa vocação cristã não é para imitar o mundo, mas o Pai. E é por meio dessa imitação que a contracultura cristã se torna visível.” (John R. W. Stott).

[ESTUDO BÍBLICO] O DISCÍPULO PRECISA SER VERDADEIRO

MATEUS 5.33-37

Jesus desejava que seus discípulos fossem fiéis nas palavras e nas atitudes. Muitas pessoas julgavam que se o nome de Deus não fosse pronunciado, significaria que poderia haver uma ausência de compromisso com a palavra juramentada. Todavia, havia pessoas que invocavam o nome de Deus para dizer que seu trato era sério, mas não o cumpriam. Assim, observamos que Jesus censurou o valor exagerado dado aos juramentos. Ele não estava descartando o dever de fidelidade à palavra. Porém, diversos juramentos constituíam uma capa para a mentira. Não existia a mínima intenção do cumprimento.

As pessoas se habituam a fazer juramentos especialmente para que se acredite em sua palavra. Enganar o próximo é enganar a Deus. Pior ainda é usar o nome de Deus em vão para iludir, prejudicar alguém. Se não houver juramento, ainda assim, o combinado, a promessa deve ser cumprido. Nossas palavras devem ter validade. Devemos ter um cuidado especial com nossas palavras sem ser necessário recorrer a tais procedimentos para confirmar a nossa palavra. Existem pessoas que sabem honrar seus compromissos. Por quê? Elas sabem que Deus é sua testemunha do acordo firmado. Os juramentos, as alianças, promessas que fazemos são atos sérios que pronunciamos diante de Deus. Quando prometemos servir a Cristo durante todos os dias de nossa vida é algo sério. Devemos assumir nossa responsabilidade com zelo. É verdade que Deus está ao nosso lado para ajudar-nos a sermos fiéis. Era um hábito entre os judeus pronunciar juramentos. Estes serviam para tentar reforçar a veracidade de uma afirmação, para que outros acreditassem no que ouviam. Embora fosse um costume anterior à Lei os juramentos, a Lei exigia o fiel cumprimento de um juramento. Jesus, no seu ensino, vai além: “De modo algum jureis: nem pelo céu, por ser o trono de Deus; nem pela terra, por ser estrado de teus pés; nem por Jerusalém, por ser cidade do grande rei” (Mt 5.34-35). Esses elementos eram comuns nos juramentos dos judeus. Julgavam que quanto maior fosse a importância do objeto, maior credibilidade conferia ao juramento. Assim, muitos quando faziam seus julgamentos, ainda encontravam uma desculpa para fugir do cumprimento, pois alegavam que não haviam falado o nome de Deus. É contra essa hipocrisia, essa falsidade que o Mestre ergue a sua voz: “Portanto, o que jurar pelo altar jura por ele e por tudo o que sobre ele está. E o que jurar pelo templo e por aquele que nele habita. E o que jurar pelo céu jura pelo trono de Deus e por aquele que está assentado nele” (Mt 23.20-22). Assim, Jesus acabou com as desculpas apresentadas pelos fariseus. Não podemos jurar por nós mesmos, porque não temos controle sobre nossa vida. Assim, Jesus se expressou: “Nem jurarás pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto” (Mt 5.36). O certo é que o Senhor reprova qualquer juramento ou voto falso. Se a pessoa sabe que não pode cumprir um propósito, qual o motivo de dizer que o faria? Para agradar alguém, para impressionar?

CONCLUSÃO

Que nossas palavras pronunciadas aqui na terra, possam justificar-nos diante de Deus, mostrar que somos filhos e discípulos do Senhor. A palavra do discípulo deve expressar a verdade e assim, ele pode ser uma pessoa que pode inspirar confiança. Dizer “não” é mais difícil. Contudo, é necessário falarmos a verdade e tomarmos posição contrária, quando as condutas, atitudes se mostram em oposição à Palavra de Deus. É indispensável nessas situações, dizermos “não” e com amor, apontar a causa de nossa discordância. Não podemos acomodar-nos à opinião da maioria, se esta não for expressão da vontade de Deus. Cada um é responsável por seus atos. Ser cristão é ter compromisso com a verdade. Existem muitos argumentos para tentar rachar-nos a ficar em um meio-termo, fugindo da verdade. Em outras ocasiões, se não vigiarmos, poderemos ser influenciados e adotar comportamentos considerados “normais” para dar apoio à mentira.

 

 

[ESTUDO BÍBLICO] AS MARCAS DO DISCIPULADO EFICAZ

INTRODUÇÃO

Temos convicção que o Senhor Jesus está nos convidando para experimentarmos uma revolução em 2012: Discipulado.  Jesus ordenou: “Ide fazei discípulos”. Com base nesta ordem precisamos aprender três marcas do discipulado eficaz: Relacional, Dinâmico e Excelente.

1. RELACIONAL

Discipulado é transfusão de vida. Discipulado é relacionamento: um encontro de uma vida com outra. Não é apenas uma série de reuniões com um plano de estudo. Apresentamos algumas qualidades que nos auxiliarão a desenvolver um relacionamento saudável no discipulado:

1ª Calor Humano: discipulado é amizade, devemos escutar com empatia as mágoas, tristezas, interesses, alegrias e preocupações do nosso discípulo. O amor motiva-nos a andar a segunda milha.

2ª Maturidade: o discipulador deverá servir de exemplo, desta forma o discípulo imitará sua conduta e aprenderá a ter atitudes corretas. O discipulador necessita ser leal, imparcial, e ter paciência com seus discípulos.

3ª Disponibilidade: o discipulado deverá ser uma prioridade. Você e seu discípulo precisam ter um acesso significativo de um ao outro para ter um relacionamento de qualidade.

4ª Sinceridade: no discipulado o relacionamento não se desenvolve enquanto não haja comunicação sincera e transparente. Estimule a sinceridade no seu discípulo, falando de si mesmo. Escute! Sua atenção prova que você se importa com ele.

5ª Motivação: Todos precisam de motivação constante para prosseguir em direção ao alvo. Procure encorajar seu discípulo em todas as oportunidades.

 Você está disponível para fazer parte desta revolução do Discipulado?

2. DINÂMICO

Os encontros do discipulado devem ser dirigidos pelo Espírito Santo e voltados para às necessidades do discípulo. Apresentamos alguns elementos fundamentais para a realização de um encontro bem dinâmico:

1º Adoração: o encontro tem um propósito de honrar e glorificar a Deus. O Espírito de Deus lhe ensinará como adorar regularmente com espontaneidade e liberdade. Deus está muito mais interessado na sinceridade da sua adoração do que na forma.

2º Ministração: Ministrem um ao outro. Animem um ao outro com as Escrituras. Compartilhem fardos e confessem pecados um ao outro. Orar um pelo outro deve tornar-se parte normal da vida de ambos. Os momentos que vocês passam juntos devem servir para edificar a ambos.

3º Aplicando a Palavra: memorizem e meditem nos versículos bíblicos, o que poderá alimentar mais do que a Palavra “viva e eficaz” de Deus? Ensine princípios que auxiliem seu discípulo a chegar à maturidade em Cristo.

4º Desenvolvimento: sempre haverá áreas na vida do discípulo que ainda não estarão conformes à imagem de Cristo, portanto, procure trabalhar as fraquezas. Por outro lado, todo discípulo possui virtudes, desta forma procure desenvolver estratégias que potencializem os seus pontos fortes.

 Você gostaria de semanalmente se encontrar com um discipulador que irá ama-lo e edificar a sua vida na palavra de Deus?

3. EXCELENTE

Jesus exigiu excelência dos discípulos: “sejam perfeitos como perfeito é o Pai celestial” (Mat. 5.48). Para transmitir fielmente um caráter espiritual, os discípulos terão de almejar o padrão de excelência de Deus. Paulo demarcou para Timóteo cinco áreas que revelam se o discípulo está refletindo o padrão de excelência: “seja um exemplo para os fiéis na palavra, no procedimento, no amor, na fé e na pureza” (1 Tm. 4.12):

1ª Palavra: Deus espera que seu discípulo controle a língua. “Se alguém não tropeça no falar, tal homem é perfeito…” (Tiago 3.2). No entanto, Tiago 3.8 alerta que nenhum homem consegue controlar sua língua. Somente o Espírito Santo pode domar a língua dos discípulos para que toda palavra glorifique a Deus e edifique os outros.

2ª Conduta: é muito importante desenvolver a excelência no discipulado através de uma conduta exemplar em casa, na igreja e no mundo.

3ª Amor: o amor é o resumo total da lei de Cristo. O amor de Cristo a Deus transbordava em amor incondicional aos homens. Temos oportunidades ilimitadas de compartilhar nosso amor aos perdidos e aos discípulos.

4ª Fé: sem fé é impossível agradar a Deus. A fé é imprescindível para uma vida de excelência, porque só ela capacita os discípulos a fazerem discípulos, a andarem em confiança e maturidade.

5ª Pureza: a excelência do discipulado depende do compromisso com a pureza. “Se alguém se purificar destas coisas, será vaso para honra, santificado, útil para o Senhor e preparado para toda boa obra” (2 Tm. 2.21).

Você está disposto a buscar viver uma vida de excelência?

CONCLUSÃO

Os discípulos devem lutar para aplicar as marcas fundamentais do discipulado eficaz: o desenvolvimento de relacionamentos saudáveis, a realização de encontros bem dinâmicos e atingir o padrão de excelência de Deus na fala, na conduta, no amor, na fé e na pureza.

[Estudo Bíblico] ACEITAI-VOS UNS AOS OUTROS

ROMANOS 15.7

 Nenhum outro grupo da época era igual à igreja primitiva, quanto à mistura de raças, de formações religiosas e de classes sociais. Ali, na mesma igreja, se encontravam judeus, bárbaros, gregos, escravos e livres, ricos e pobres. Essas pessoas traziam para dentro do corpo de Cristo as mais variadas formações educacionais e culturais, divergentes pontos de vista sobre a vida e diferentes escala de valores.

 Havendo tal mistura, era inevitável que surgissem problemas. Os cristãos judaicos muitas vezes desprezavam os seus irmãos incircuncisos; por sua vez, os gentios poderiam menosprezar os irmãos israelitas, por serem da nação que rejeitara o Messias. Alguns cristãos eram mais avançados na vida cristã, e se consideravam superiores aos irmãos mais novos e fracos. Por essas razões, surgiam tensões entre indivíduos e subgrupos dentro da igreja. Tão forte era às vezes essas tensões que tornavam muito difícil aos cristãos aceitarem-se em perfeito pé de igualdade. Paulo, sobre quem pesava diariamente a preocupação de todas as igrejas, sabendo das muitas tensões dentro do corpo, desejava que os cristãos se amassem uns aos outros sem fingimento, e vivessem em paz uns para com os outros.

 Aceitarmos uns aos outros significa aceitarmos os nossos irmãos em Cristo, livremente, sem constrangimento ou reservas, em pleno reconhecimento da nossa comunhão igual e mútua me Cristo.

A principal ideia do mandamento é que nós, os cristãos, devemos aceitar para dentro de nossa comunhão toda pessoa que afirma ser Cristo o seu Senhor, mesmo existindo falhas visíveis na sua conduta, lacunas no seu conhecimento ou compreensão das Escrituras, ou mesmo diferença de opiniões sobre pontos menos essenciais da doutrina. Isto não é o mesmo que aprovar tais falhas, lacunas ou divergências. Significa, isto sim, que aceitamos a pessoa como discípulo de Cristo, porque afirma sê-lo, com o propósito de ensiná-lo a guardar todas as coisas que o Senhor ordenou.

 A razão por que os cristãos devem aceitar uns aos outros, é que Cristo já os aceitou. Ele morreu por nós, sendo nós ainda pecadores (Rm. 5.8), recebeu-nos para dentro do seu corpo, a igreja, e nos franqueou todos os privilégios e benefícios pertencentes a membros.

 Da mesma maneira, nós devemos aceitar outros irmãos, não importando quais as diferenças, fraquezas ou falhas que possuam, e devemos estender-lhes todos os benefícios e privilégios da nossa comunhão.

 O eunuco aceitou a Cristo e foi batizado porque Filipe o acolheu imediatamente e sem dúvidas. O mesmo aconteceu com o carcereiro de Filipos, a quem Paulo e Silas acolheram e batizaram naquela mesma noite

Estudo Bíblico – AMAI-VOS UNS AOS OUTROS

JOÃO 13.35

Retimamos nossos estudos da célula desejando a você um feliz ano de 2012 cheio de realizações e da vontade de Deus para sua vida. Segue nosso estudo de hoje:

 Pouco antes de ser preso, julgado e morto, Jesus passou uma última noite em companhia dos discípulos. Sabendo que dispunha de pouco tempo para estar com eles e que em breve os deixaria, Jesus contou aos discípulos alguns dos fatos mais básicos e importantes da vida cristã. Falou sobre o significado de sua morte, a vinda do Espírito Santo, a esperança da vida vindoura na casa do Pai, a missão a ser cumprida pelos discípulos, e também sobre o conflito entre o mundo e os crentes. Nessa noite, ele deu aos seus discípulos um derradeiro mandamento: que se amassem uns aos outros. Este mandamento, refletido em quase todos os livros no Novo Testamento, é fundamental à vida cristã.

 Jesus atribuiu a maior importância possível a este mandamento quando afirmou que a obediência ao mesmo, seria o universal distintivo de todo discípulo seu. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros (João 13.35). O apóstolo João também deu grande importância a este mandamento, quando disse que o homem que não ama ao seu irmão, tão pouco ama a Deus. Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê (1 João 4.20).

 Este preceito tem, pelo menos, duas implicações básicas:

 1. Que nos amemos uns aos outros não é optativo. De todos os que creem no Senhor Jesus, é requerido que amem a todos os outros que também Nele creem. Não amar é desobedecer à ordem específica do Senhor Jesus Cristo.

 2. Que nos amemos uns aos outros não é automático. É algo que faremos ou não, de acordo com a nossa vontade de obedecer.

 Amor é uma palavra quase impossível de se definir, mesmo quando descartamos as ideias falsas do amor e nos restringimos àquelas apresentadas pela Bíblia. Ele é algo interior, que se demostra pelas ações. O amor é uma atitude ou afeição interna, que se manifesta em comportamentos e ações caracterizados pela boa vontade, e que procura contribuir unicamente para o bem da pessoa amada.

 Jesus chamou de “novo” este mandamento. A palavra grega que ele utilizava, comunica a ideia de um tipo de amor previamente desconhecido, e diferente em qualidade. A nova qualidade do amor que Cristo ordenava, parece que é esta: que devemos amar assim como Cristo tem nos amado. Antes que Deus se revelasse plenamente em Jesus Cristo, o amor talvez consistisse principalmente em evitar qualquer ação que prejudicasse ao próximo (Êxodo 20.13-17). Mas agora, o amor tem um padrão novo: o de procurar oportunidades para fazer o bem aos outros, e de modo especial aos cristãos, assim como Cristo procurou fazer o bem a nós.

 Da mesma maneira que Cristo nos amou, assim devemos amar-nos uns aos outros. Fazemos isto obedecendo aos mandamentos do Novo Testamento que nos mostram como tratarmos uns aos outros e o que fazermos uns pelos outros. Deus não quer que amemos uns aos outros só para evitarmos a desobediência a um mandamento. Ele quer ver em nós aquela atitude interna de boa vontade, que produza ações e comportamentos que aumente o bem estar do irmão. Somos todos membros da família de Deus. Assim como existe, entre os membros das famílias terrenas, um amor natural entre os irmãos, também deve haver amor entre os membros da família de Deus. Provavelmente, era isto que Paulo tinha em mente, quando recomendou aos romanos que se amassem “cordialmente uns aos outros com amor fraternal” (Romanos 12.10). Deus quer que amemos de modo não fingido, de coração e ardentemente (1 Pedro 1.22).

 PERGUNTAS PARA REFLEXÃO:

 1. Qual foi a maior demonstração de amor que você já recebeu de uma pessoa?

 2. Você já teve dificuldade de demostrar amor para uma pessoa que não tinha um bom relacionamento com você? O que aconteceu?

[Estudo Bíblico] TEMPESTADES DA VIDA

MARCOS 4.35-41

 

INTRODUÇÃO

O que vem em sua mente quando falo a respeito de tempestade? Talvez você imagine uma chuva com vento muito forte derrubando árvores, um furacão destelhando casas, uma chuva com raios e trovões. Mas se eu falo de tempestades da vida, o que você imagina? Talvez uma crise financeira muito grande, um problema no casamento onde a solução parece ser o divórcio, um conflito interior ou espiritual em que você está vivendo, sonhos frustrados. As tempestades da vida estão bem presentes em nossas vidas e podemos dizer três verdades acerca delas:

 

1. VÊM NA DIREÇÃO DE TODAS AS PESSOAS (v.36)

As tempestades da vida vêm na direção de todas as pessoas. O texto mostra que outros barcos acompanhavam o barco de Jesus. Se aqueles barcos acompanharam o barco de Jesus, então também sofreram com a tempestade. Tem muitos crentes que acham que só eles estão sendo surpreendidos por tempestades, por isso ficam pensando que Deus é injusto, acham que Deus está castigando, acabam desenvolvendo um sentimento de inferioridade pensando que os outros são melhores do que eles. Mas na realidade, as tempestades acontecem na vida do mais espiritual ao menos espiritual. As tempestades da vida têm surpreendido você? Como tem reagido? Tempestades da vida vêm na direção de todas as pessoas.

Qual a tempestade que você está enfrentando no momento? Compartilhe para a célula orar.

 

2. PODEM SER ACALMADAS POR CRISTO (v.38-39)

As tempestades não duram uma eternidade. Elas são passageiras porque Cristo pode acalmá-las. Os discípulos estavam desesperados, mas com uma repreensão de Jesus, a tempestade se acalmou. Por que muitas tempestades na vida das pessoas não são acalmadas? Porque Jesus não está presente em nosso barco. Tem muitas pessoas navegando no barco da vida, sem Jesus na tripulação. Muitos que não conhecem a Cristo estão sofrendo com algumas tempestades que somente Ele pode acalmá-las. É a falta de paz no coração, falta de alegria para continuar vivendo, falta da verdadeira vida, a vida eterna. Existem lugares que navegamos e que Cristo não faz questão de estar presente. São lugares onde não deveríamos navegar, pois são não apropriados e fora da vontade de Deus, lugares onde destruirão completamente nosso barco ou fará danos profundos. Existem tempestades que podemos evitar. Seja sábio e olhe onde você está andando. Tenha sempre Jesus em sua tripulação.

Qual a maior tempestade que Jesus acalmou em sua vida?

 

3. CONTINUAM PRESENTES QUANDO A FÉ ESTÁ AUSENTE (v.40)

Quando a fé está ausente, as tempestades continuam presentes em nossas vidas. Se os discípulos não tivessem medo e tivessem fé, eles poderiam ter acalmado a tempestade. O medo dos discípulos indica que eles ainda não tinham aprendido acerca do poder da fé. O medo é uma barreira contra a fé. O medo fez com que os discípulos tornassem inseguros e aflitos. Existem pessoas que aceitaram a Cristo, mas ainda vivem no medo. Com medo de perder o emprego, de não ser aceito pelas pessoas, de não se casarem, de fracassarem. Mas quando nos lançamos no amor de Deus por nós conseguimos lançar fora este medo. No amor não há medo; pelo contrário o perfeito amor expulsa o medo (1 João 4.18). O medo paralisa a nossa fé. Se você não viver no medo e viver na fé, poderá fazer como Jesus: repreender as tempestades em sua vida.

Existe alguma área em sua vida em que você tem medo acima do normal?

 

CONCLUSÃO

Tempestades da vida não são maiores que o Senhor. O texto mostra que Jesus tinha poder até sobre a natureza. Mesmo que os discípulos naquele momento não tiveram fé e demonstraram incredulidade, Jesus não os deixou em perigo, porque Ele é misericordioso, é fiel em muitas vezes quando somos infiéis. Observe que há três fases no texto:

1ª Fase (Crise) – O mar violento, o Salvador dormindo;

2ª Fase (Clamor) – Acordaram Jesus;

3ª Fase (Calmaria) – Jesus dá ordem e acalma a tempestade.

Estas fases também aparecem nas tempestades de sua vida:

O momento de crise – Quando você se deparar com vários problemas;

O momento de você clamar – Buscar em oração a vitória em Cristo;

O momento de calmaria – Deus respondendo a sua oração fazendo cessar as tempestades.

As tempestades da vida surpreendem todas as pessoas, mas Cristo pode acalmá-las – Sejam tempestades externas ou internas. O que fará diferença é você saber enfrenta-las. Não fique desesperado, mas transforme o desespero em fé para buscar a bonança em Deus. Tenha sempre a certeza de que com Cristo você está seguro.

Vídeo “Um homem caiu no buraco”

Pessoal da célula 71 e amigos visitantes, faz um tempinho que não tenho publicado nossos estudos no blog,  peço perdão a vocês e estou atualizando nosso blog com dois estudo já ministrados em célula.

Além disso, neste post gostaria de compartilhar um vídeo muito interessante intitulado “The man in a hole” ou ” O homem no buraco”. Este vídeo expressa de maneira muito singular a beleza e essência do cristianismo que Jesus não é uma religião, aliás religião vem do termo “religare” que significa tentativa de algo inferior se ligar a algo superior a qual um dia esteve conectado, mas, Jesus não é assim: Ele, o próprio Deus, se torna homem e vem nos trazer a salvação eterna de nossas vidas e nos traz uma religação a Deus e que havia se perdido.